Edição Brasileira - Ano II - Edição nº 36, Segunda-feira, 26 de Junho de 2017

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Proposta de adiar Jogos Olímpicos não tem base científica, diz Itamaraty

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CidadeOLYMPManifestações recentes que defendem o adiamento ou a transferência dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, por causa do surto de infecções pelo vírus zika no Brasil, não estão baseadas em dados científicos. É o que diz em nota divulgada nesta terça-feira (dia 7) o Ministério das Relações Exteriores.

“Medidas que viessem a recomendar o cancelamento dos Jogos Olímpicos implicariam igualmente a recomendação de interrupção de viagens aéreas e de comércio para e entre todos os 60 países que apresentam transmissão local do vírus zika”, avaliou a pasta.

O Itamaraty garante que o governo brasileiro mantém cooperação permanente e informa de maneira regular o Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre a resposta à ocorrência de infecções e sobre ações específicas de prevenção em curso no Rio de Janeiro, cidade-sede da competição este ano. No comunicado "Resposta ao vírus zika no contexto dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016", a pasta destaca ainda que a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem reiterado o entendimento de que a situação de incidência do zika no país não é motivo para recomendações que possam sugerir a transferência ou o cancelamento das competições.

“O Brasil segue colocando prontamente à disposição da OMS todos os dados brasileiros que comprovam que as taxas de incidência de dengue e de outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti são historicamente reduzidas nos meses de julho e agosto, redução que será ainda mais acentuada pelas ações preventivas tomadas pelos três níveis de governo”.

Ainda segundo o Itamaraty, o país tem fornecido informações atualizadas sobre medidas adicionais de controle de vetores implementadas no Rio de Janeiro e na Vila Olímpica: “O governo brasileiro mantém cooperação permanente e informa de maneira regular o COI sobre a resposta à ocorrência do vírus zika e as ações específicas de prevenção em curso na cidade-sede”.

“O governo brasileiro segue divulgando dados e informações sobre medidas de precaução já tomadas, com o objetivo de contrarrestar [contrariar, combater] o alarme resultante de ações que produzem fatos midiáticos sem base científica”, concluiu a nota.

(Fonte: Agência Brasil)

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